Por que cessaste, amigo, a voz de chumbo? De certo o carnaval lhes haverá inspirado palavras de amor. Vai, canta à tua amada, Alfredo; que a vida sem ilusões não vale!
Belíssimo poema desse escritor Alfredo, que parece ter ouvido a voz unânime e uníssona de Adelaide a clamar por mais lirismo nestes Cadernos. Contudo, ainda prefiro aquele estilo acinzentando e plúmbeo, como o fumo do cigarro e as chaminés das indústrias modernas.
Agora ficou esculhambado mesmo estes cadernos! Além de ter que aturar comentários "politicamente corretos" do primo dessa perturbado do Joaquim Fonseca, agora me vem a irmã do sem noção do Pestana. Será que a Antonina num tem uma tia gorda e o Jerônimo não tem uma sobrinho idiota para fazer mais alguns comentários pertinentes?
Concordo com esse robertinho! Que nepotismo intelectual é esse? Nada de família matando saudades por aqui! Entendam-se por e-mail, telefone, correio... Mas esqueçam os Cadernos, porque isso aqui é uma coisa séria, seus imorais, corruptos, vulgares, capetas!
Vou retomar o tema do discurso amoroso. Não vejo motivo para tanta excitação, para mim o amor é só um tema. O que de fato parece importante é a linguagem artística, ela vai muito além da obra de arte. Não sei bem como definir o que chamo de linguagem artística, não sou estudante de arte, mas pela minha observação de curioso, posso perceber que há uma espécie de código específico que se manifesta em diversas ocasiões lingüísticas orientadas na direção da consciência do universo. Esse código, se é que posso chamar assim, tem determinadas características semelhantes às do próprio mundo e suas origens, e também se aplica ao ser humano e suas origens, sobretudo no que diz respeito à vida e ao pensamento associado aos sentidos. O que vocês pensam em relação a isso?
Um abraço, e espero poder discutir o assunto.
Fernando Guerra (estudante de ciências biológicas da ufmg)
Ao gastar boa parte de meu crepuscular tempo a ler esses enfadonhos Cadernos só consigo concluir uma coisa: há certos escritores que se pretendem eternos, mas sao apenas intermináveis... Vida curta ao Clube Jatobá de Literatura!
Pensava, eu: era o tempo de poetas que buscavam o prazer nos encontros harmoniosos das palavras e nada mais, nada de sucesso, livro e luxo, mas me encontro sorrindo por um erro que cometia, pois sim, nesse lugar que não é lugar, nesse tempo moderno e irritante encontro bons poetas (julgados apenas, por uma criança como eu) que parecem discutir livros, imaginar poesias em alto e bom som em uma sala colonial com chá em xícaras de porcelana. Obrigada pelo prazer da leitura!
14 Comments:
Por que cessaste, amigo, a voz de chumbo? De certo o carnaval lhes haverá inspirado palavras de amor. Vai, canta à tua amada, Alfredo; que a vida sem ilusões não vale!
Belíssimo poema desse escritor Alfredo, que parece ter ouvido a voz unânime e uníssona de Adelaide a clamar por mais lirismo nestes Cadernos. Contudo, ainda prefiro aquele estilo acinzentando e plúmbeo, como o fumo do cigarro e as chaminés das indústrias modernas.
Discordo absolutamente desse tal Jonas: o poema é mais curto!!
Ah Alfredo! Finalmente demostra que a acidez não é a tua completude. Fico feliz por ti meu irmão! Feliz a moça para quem faz versos...
Agora ficou esculhambado mesmo estes cadernos! Além de ter que aturar comentários "politicamente corretos" do primo dessa perturbado do Joaquim Fonseca, agora me vem a irmã do sem noção do Pestana. Será que a Antonina num tem uma tia gorda e o Jerônimo não tem uma sobrinho idiota para fazer mais alguns comentários pertinentes?
Concordo com esse robertinho! Que nepotismo intelectual é esse? Nada de família matando saudades por aqui! Entendam-se por e-mail, telefone, correio... Mas esqueçam os Cadernos, porque isso aqui é uma coisa séria, seus imorais, corruptos, vulgares, capetas!
Alfredo, esse poema é lindo e delicado - como você. Um beijo de quem te ama.
Vou retomar o tema do discurso amoroso. Não vejo motivo para tanta excitação, para mim o amor é só um tema. O que de fato parece importante é a linguagem artística, ela vai muito além da obra de arte. Não sei bem como definir o que chamo de linguagem artística, não sou estudante de arte, mas pela minha observação de curioso, posso perceber que há uma espécie de código específico que se manifesta em diversas ocasiões lingüísticas orientadas na direção da consciência do universo. Esse código, se é que posso chamar assim, tem determinadas características semelhantes às do próprio mundo e suas origens, e também se aplica ao ser humano e suas origens, sobretudo no que diz respeito à vida e ao pensamento associado aos sentidos. O que vocês pensam em relação a isso?
Um abraço, e espero poder discutir o assunto.
Fernando Guerra (estudante de ciências biológicas da ufmg)
Ao gastar boa parte de meu crepuscular tempo a ler esses enfadonhos Cadernos só consigo concluir uma coisa: há certos escritores que se pretendem eternos, mas sao apenas intermináveis... Vida curta ao Clube Jatobá de Literatura!
digo apenas que para mim senhor Pestana, caem torrencialmente chuvas de contentamento.
aproveitando um pouco das palavras de Antonina:
mas não vos esqueçais que o amor - a arte - é um jogo de máscaras.
E quem aqui procura sinceridade?
Confesso que admiro um bom mentiroso aliás esses podem até estar mentindo que o que escrevem é pura ficção!!!
Confesso que não compreendo o que é que as palavras de Tulio estão a dizer, de fato. Alguém compreende?
Pensava, eu: era o tempo de poetas que buscavam o prazer nos encontros harmoniosos das palavras e nada mais, nada de sucesso, livro e luxo, mas me encontro sorrindo por um erro que cometia, pois sim, nesse lugar que não é lugar, nesse tempo moderno e irritante encontro bons poetas (julgados apenas, por uma criança como eu) que parecem discutir livros, imaginar poesias em alto e bom som em uma sala colonial com chá em xícaras de porcelana. Obrigada pelo prazer da leitura!
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