terça-feira, outubro 02, 2007

Da tabacaria

Por Joaquim Fonseca

... "é como se o homem fosse um fragmento do universo e a consciência de tal fato o elevasse para longe dos animalescos sentimentos" - dizia Lucius acendendo outro cigarro, assim havia concluído. Dois ou três ali, emocionados com a finalização do discurso, vibraram, os restantes o olharam com indiferença, talvez porque Lucius não houvesse revelado grande coisa. Então Paulo introduziu: “Não mais que um fragmento do universo, para si o ser humano é a totalidade; escapar da condição onde sua mente é o centro da estrutura cósmica seria um desastre à sua condição de indivíduo, a desintegração do fragmento que já é”. Surgiram outros olhares de indiferença, provavelmente dos que não entendiam sobre coisas sublimes.

4 Comments:

At 00:57, Anonymous Anônimo said...

Esse Joaquim Fonseca é totalmente insano e perturbado!!! Num diz coisa com coisa. É doente, o que o faz ser lírico. Só por causa dele é que ainda continuo a ler estes artificiais cadernos.

 
At 12:10, Anonymous Anônimo said...

Esse Joaquim, o que eh, eh um retardatario! O unico que ainda não entendeu que estes cadernos acabaram. Como diria John Lennon: "The dream is over...!" (Nos que nos amavamos tanto...)

 
At 23:30, Anonymous Anônimo said...

Aqui jaz o Clube Jatobá de Literatura...

 
At 19:37, Anonymous Anônimo said...

Sem comentários

 

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