UTOPIA DE IMÁGENS DÉBEIS
Por Joaquim Fonseca
Já não há ruído nas ruas
minha voz está repleta de vento
em um salão celeste.
Tenho a amplitude perfumada
por rosais feridos
dentro de uma estrela.
Reflexos noturnos
em minha aldeia
de casarões abandonados
onde anos-luz não se passaram
e uma antiga gente
perdeu a melodia
hoje brotam nas almas.
Certa estranha solidão
entrecortada de pequenos sonhos
derrama seu leite pela terra.
Brilha o rastro passageiro de um cometa
as lâmpadas perderam-se
uma a uma.


1 Comments:
:}
Parabéns, joaquim.
Gosto mto de passar por aqui.
um beijo!
Postar um comentário
<< Home