Pulvis es
Por Jerônimo Boaventura
Nunca sobeja lembrar uma verdade; sobretudo quando ela se acha encostada a um canto, coberta de pó e esquecida, convém limpar-lhe o aspecto, lustrá-la e expô-la novamente na vitrina da sabedoria humana, porque todos a vejam, admirem e aprendam.
Memento homo quia pulvis es et in pulverem reverteris.
Ó homem frívolo e mesquinho, recorda-te agora e sempre que és pó, poeira que passa ao sopro da vida, vens da terra e para a terra te tornas, pois não és para este mundo.
Tenho dito.


3 Comments:
Que imagem terá inspirado o jovem poeta nesses dias de "Carnevale" a recobrar-nos o desvalor da carne tal qual um Pierrot descrente frente a desventura de um amor vão?
Ansiosos pelo próximo texto, pelo fomento à poesia palpitante encerrada em nós!!!
Fantástica a idéia!
Estamos diante do Trovadorismo do séc. XXI!!!!!!
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