Eleição
Por Joaquim Fonseca
Se devo defender um patrono para este clube inexistente, de escritores inexistentes, de antemão, tenho um candidato importante. Cogito seu nome não apenas por ser uma das figuras mais corretas de que se tem notícia. É preciso considerar em Alonso Quijana, a quem mal conhecemos senão porque inventou de ser Don Quijote, sua fé na justiça, seu amor às letras e seu infinito empenho em ser luz do mundo e sendero dos derrotados. - Proclamo teu nome, fabuloso Quijana!

